22/02/2013

* 2013 - CAMPANHA LACRE SOLIDÁRIO


No dia 19 de fevereiro no schopping Park Norte foram entregue o resultado da Campanha Lacre Solidário, que  resultou em nove cadeiras de rodas, Iniciativa de sucesso da Fundação Fritz Müller, em parceria com Fundação Projeto Pescar e Rotary Garcia, Riffel e Shopping Park Europeu beneficiou cinco instituições e três pessoas deficientes físicas, que são cadeirantes .
Foram  30 apoiadores/pontos de coleta, durante quatro meses (setembro a dezembro de 2012) que arrecadou mais de 900 garrafas PET de dois litros cheias de lacres. A cada 65 quilos de lacres uma cadeira de rodas é revertida para a campanha. 
 Crédito da foto: Dalva Da
O evento da entrega das doações das cadeiras de rodas, foi realizada no Shopping Park Europeu, a diretora da Fundação Fritz Müller , Rosane Melo, deu início à campanha 2013 e comemorou: “Estamos iniciando a nova campanha com 78 garrafas cheias de lacres”, portanto faltando apenas 2 garrafas cheias de lacre para mais um cadeirante poder ter sua cadeira de rodas.
 Crédito das fotos: Daniel Zimermann
ENTIDADES BENEFICIADAS
Timbó: Lions Internacional, Associação dos Deficientes Físicos de Timbó e Douglas Poffo.
Rio Negrinho: Projeto Pescar Battistela
Blumenau: Maria Nicoletti Rosa, Edina Meirele dos Santos, Hospital Santo Antônio e Hospital de Misericórdia da Vila Itoupava (duas cadeiras).
APOIADORES
Blumenau: Arber Parafusos, Escola B. M. Anita Garibaldi, Escola B. M. Francisco Lanzer, Escola B. M. Wilhelm Theodor Schurmann, Figueira Restaurante e Choperia, Forneria Bella Maria, Panificadora e Confeitaria Bublitz, Pepper Jack, Quioske Brahma, Rede Top Supermercados,
Restaurante Universitário (FURB), Restaurante Per Tutti, Rotary Club Blumenau Norte, Rotary Club Blumenau Victor Konder, Rotary Club Hermann Blumenau, Samae, Segala’s Alimentos, Teka – Tecelagem Kuehnrich S.A., Tempero Caseiro Restaurante & Eventos, UEB – União dos Escoteiros do Brasil/ Distrito Vale do Itajaí.               
Benedito Novo: BN Papel Catarinense Ltda.
Pomerode: Colégio Sinodal Dr. Blumenau e Escola B. M. Almirante Barroso.
Timbó: Indústria e Comércio de Toldos Timbó, Magnani Bistrô, Rudolph Usinados S.A., Timbó Park Hotel. 
Para a orientadora do Projeto Pescar em Blumenau, Elissa Retcheski, essas atitudes demonstram que ainda existe solidariedade no mundo. “As pessoas não estão apenas recebendo cadeiras, com elas estão inclusos amor e carinho, além da dedicação de cada pessoa que colaborou com a arrecadação de lacres”, complementa.  O superintendente do SPE, um dos apoiadores da campanha, Marcelo Manton, afirmou que o shopping seguirá colaborando com a campanha. “Essa ação além de envolver todos os funcionários que participam de forma efetiva, faz bem não só para quem está recebendo as cadeiras, como também para nós”, destaca. A jovem Edna Meireles dos Santos que utilizava uma cadeira emprestada conseguiu adquirir sua própria cadeira a partir dessa ação solidaria. Sua mãe, Adriana Smolak, estava feliz pois agora poderão passear, sair de casa, com mais facilidade pois estarão com sua própria cadeira.
Como começou
Com o slogan “Uma pequena atitude representa muito – Quem disse que a felicidade não vem em garrafas?” começou de forma tímida com o objetivo de auxiliar a Unidade Projeto Pescar Battistella, de Rio Negrinho, com a parceria das demais unidades do Projeto Pescar em Santa Catarina, “porém, a Fundação Fritz Müller  percebeu que esta ação poderia ser ampliada e beneficiar mais entidades. Uma boa ideia acabou se transformando em uma grande campanha social regional”, afirmou Rosane.
Projeto Pescar em Blumenau com a orientadora Elissa Retcheski
A campanha do Lacre Solidário foi a forma que o Projeto Pescar encontrou de inserir no currículo dos jovens seu envolvimento em ações sociais e ampliar sua compreensão sobre solidariedade.
Crédito da foto: Dalva Day
A segunda edição da campanha acontecerá até dezembro. “Com mais tempo e, com certeza, mais apoiadores, acreditamos que teremos um resultado bem superior ao obtido em 2012”, declara a diretora da Instituição. 
Crédito da foto: Dalva Day
A ABLUDEF será uma das apoiadora e beneficiária desse projeto, a instituição foi representada pela assistente social Dalva Day que agradeceu a FFM pela iniciativa e irá a partir desse campanha envolver os perto de 2 mil associados da ong, pois tem mais de 300 pessoas que utilizam cadeira de rodas. Disse na oportunidade que se pudermos dar 10% de cadeiras de rodas a quem precisa estaremos fazendo um trabalho muito importante. 
Crédito da foto: Dalva Day
O Vice presidente da ong senhor Vilmar José Balsam estará disponibilizando especial atenção a essa campanha, pois já necessitou por longo período de cadeira de rodas, hoje já estabelecido, vê a necessidade de pessoas que necessitam possam estar adquirindo sua própria cadeira de rodas, mesmo que a ABLUDEF disponibiliza sem custo o uso desse instrumento aos seus associados e a comunidade quando precisam.
Crédito da foto: Dalva Day
A nutricionista Ana Carla Tavares achou a iniciativa nobre e estará trabalhando no grupo de adolescente, incentivando a todos a trazer para a ong os lacres que farão a diferença para quem precisa das cadeiras de rodas. A ABLUDEF estará montando um posto de arrecadação de lacre, e pede a comunidade que sejam solidários e adotem essa ideia. 
A ABLUDEF localiza-se na Rua: Bertha Odebrecht nº 63 - Bairro Garcia ao lado da rua do terminal FONTE, ao lado do CELP. Tel: (47) 3035-5922 / 3035-5822.
FONTE: New Age Comunicação e da assistente social Dalva Day

21/02/2013

* 2013 - MESA BRASIL - SESC

No dia 18 de fevereiro realizou-se nas dependências do Hotel SESC Blumenau na  Rua Eng. Udo Deeke, 1330 - Salto do Norte o Evento de Apresentação do Projeto MESA BRASIL-SESC, iniciou com um gostoso café das  09h00 às 09h30 e logo em seguida realizou-se uma palestra até as 10h30 . ada participante da reunião se auto apresentaram-se Célio SESC estadual, Padilha SESC estadual, CDLoja, SEMUDES, com o secretário da Assistência social, representante do CONSEA – conselho de alimentação, nutricionista da Uniasselvi, COOPER, Cruz Azul, Angeloni, Giassi, Bistec , Mercado do schopping Norte , Fort Atacadista, Cerene, ABLUDEF representadas pelas assistentes sociais Dalva Day e Kátia Elisa Hostins Schlosser e outros. Na abertura o representante do SESC em Blumenau o senhor Eduardo falou aos presente sobre o principal objetivo  do  encontro, que foi a apresentação e implantação do programa Mesa Brasil SESC na cidade de Blumenau. Disse que neste primeiro momento é conhecer  e firmar vínculos com os parceiros e doadores , e iniciar esse projeto em Blumenau. 

O que é esse projeto Mesa Brasil SESC? É a luta do combate ao desperdício de alimentos e o combate a fome, esse é o motivo principal. Como se dá esse programa, com a 1ª coleta urbana , coleta de alimentos com os parceiros e doadores, que ainda estão em condições de consumo e assim destinamos as as famílias em vulnerabilidade social. As assistentes sociais deverão cadastrar essas famílias para que seja feito e entregue a alimentação para essas famílias e assim complementar suas refeições. Paralelamente fazemos ações educacionais, para que sejam manipulados os alimentos para que possamos contribuir com a população  carente. 

A coordenadora do projeto regional palestrou sobre o projeto Mesa Brasil. Sem as instituições e sem os doadores e parceiros esse programa não teria o sucesso que estamos tendo. Desde 2003 que o SESC mantem esse programa e percebem o desperdício desses alimentos e foi  implantado o primeiro projeto Mesa Brasil  em SP em 2003 e assim foi sendo implantado para todo o Brasil. Em SC já implantaram e percebemos que muitos não sabem se terão com que se alimentar de 1 dia para o outro. “Se hoje alimentaram , não saberão se poderão fazer uma segunda refeição ao dia.” Não se trata da ausência de alimentos, mas do desperdício deste. No Brasil está muito presente essa questão do desperdício.  O desperdício do Brasil está assim distribuído: Aproximadamente, em 64% do que plantamos no Brasil é desperdiçado, ao longo desta rede alimentar. 20 % na coleta , 15% na indústria de processamento e 1% no varejo e por ultimo 20% no procedimento culinário e hábitos alimentares. EX: O tomate , a cenoura tem todo um marketing de logística que se não se enquadrar não tem condições de venda, mesmo que esteja em condições de consumo. Mesmo com baixo preço, não tem saída e se perde. Mas poderiam alimentar muitas famílias. O SESC consegue atender muitas famílias, cerca de 50 instituições cadastradas, mensalmente no estado. O programa foi lançado em Santa Catarina m 3 cidades  Florianópolis (Capital). Joinville e Chapecó

Assistente sociais da ABLUDEF: Dalva Day e Kátia Elisa Hostins Schlosser 

O programa Mesa Brasil SESC faz a ponte onde tem para onde falta. Sempre sobra algo que são produtos bons , mas não serve para a comercialização. Não só alimento mas produtos que ficam sem condições de ser vendido nas lojas como utensílios de cozinhas, que no transporte podem danificar algumas peças e assim no comercio não podem vender o conjunto.  São encaminhadas para instituições que tem valia esse produto, ou mesmo ser encaminhada para alguma família que esta sendo atendida pela instituição indicada. Os motoristas vão a cada supermercado e recolhem as doações e já recebem instruções via celular para qual a instituição cadastrada que receberá a coleta do dia. O programa não tem grandes depósitos , tudo que se recolhe diariamente como alimentos já são encaminhado no mesmo dia. Temos 01 motorista , 01 selecionador e 01 assistente social que faz os encaminhamentos , temos  carro e em algumas cidades 01 caminhão para facilitar o recolhimento dos alimentos. Tem situações como doações de grande monte, a exemplo de uma apreensão de pescado, onde envolve toneladas de peixes  em alto mar, temos que nos preparar em terra para receber e isso envolve uma equipe maior com voluntários e instituições, para que esse produto seja rapidamente entregue a quem se destina. Também temos vários grandes doadores, como sucos de mesa, água de coco, devemos distribuir com bastante critérios, pois são produtos com notas fiscais e que não podem ser entregue em grandes quantidades, para que não aconteça problemas como exemplo, ser entregue estoques grandes e alguma pessoa que usa o produto para vender . Temos que distribuir conforme a necessidade da instituição e essa repassarem  para as famílias cadastradas. O projeto Mesa Brasil SESC tem que controlar o fluxo de saída para não dar chance de venderes, pois são produtos que estão em boas condições para consumo, tudo sai com notas fiscais e o doador tem que prestar conta, tanto quanto as instituições deverão prestar conta para o projeto. Às vezes as doações são pequenas a vista de uma grande instituição que precise, como exemplo uma quantidade de 5 mil pães, mais para o programa é de grande valia, pois logo encaminhamos para uma ILP’s (casa asilar) e os idosos terão pãezinhos para seu café da manhã ou mesmo uma creche para o lanche das crianças. Hoje temos parceiros que fazem questão de fazer pães um pouco mais, sabendo que poderão doar para alguém que necessita. Priorizamos sempre alimentos próprios para consumo imediato. Não são considerados restos mais sobras para consumo. Os doadores são pessoas que acreditam no programa Mesa Brasil SESC e o sucesso de 10 anos estão hoje consolidados. Em Blumenau as instituições deverão ter registo no CMAS, registro de CNPJ, possuir razão social,  caso não possuírem  os documentos necessários serão dado prazo para se adequarem , pois não poderão participar se não seguirem o contrato legal. A cada 2 meses os doadores receberam 1 documento do projeto Mesa Brasil com tudo que doaram como prestação de conta e a instituição deverá ter tudo anotado com recibo de quanto recebeu de alimentos e quem recebeu o benefício.  Também o programa Mesa Brasil SESC faz ações educativas com acompanhamentos e transparência, Software do programa Mesa Brasil SESC, envio mensal do mapa de resultados, envio a cada 2 meses relatórios ao parceiro doador. Em 10 anos a nível estadual o projeto Mesa Brasil SESC tem resultados excelentes. Em 2003 distribuímos 14.730 mil em alimentos para famílias que realmente necessitavam e fechamos o ano de 2012 com 2.682.683 mil em alimentos. A missão do  projeto Mesa Brasil é de contribuir com segurança alimentar e nutricional dos indivíduos em situação de maior vulnerabilidade. Para isso, temos duas formas, a primeira com o banco de alimentação e a segunda com a coleta urbana.  Os autores dessa rede são:
MESA BRASIL SESC => doadores do setor privado – voluntários e colaboradores – doadores do setor público e as instituições sociais.

DE ONDE SOBRA PARA ONDE FALTA” sem alimento o povo não pode ESTUDAR e assim se torna cidadão para ajudar o crescimento do nosso país. 

20/02/2013

* 2013 - CENTRAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COMUNITÁRIOS E MEDIDAS EDUCATIVAS DE BLUMENAU


No dia 07 de fevereiro de 2013, as 13:00 horas no salão nobre do júri do Fórum , foi realizada uma reunião pela Central de Prestação de Serviços Comunitários e Medidas Educativas de Blumenau, em parceria com a Secretária de Estado da Justiça e Cidadania. Com o objetivo de apresentar o trabalho realizado pela Central, bem como estabelecer parceria com as entidades interessadas. A assistente social Dalva Day representou os interesses da Associação blumenauense de Deficientes Físicos - ABLUDEF. Compareceram 58 pessoas representando os segmentos sociais de Blumenau. Na abertura do evento apresentaram para a comunidade o motivo do convite feito aos presentes. "A secretária de Estado de Justiça e Cidadania do Estado de Santa Catarina em consonância, e o prefeito fundamentou hoje os trabalhos dessa pasta "Sistema Humanizado e Cidadania respeitada", que convidou na assinatura do decreto nº 1012 de 05/07/2012 pelo governador do Estado de SC, o qual cria o programa Central de Penas e Medidas Alternativas do Estado. A partir do decreto, criou-se a coordenação geral das central de penas alternativas do Estado de Santa Catarina com o objetivo de articular e implementar uma política estadual de fomentação das penas alternativas, em parcerias com diversos segmentos sociais. Além da implantação e integração das centrais de penas alternativas. Cabe ressaltar que junto à secretária do Estado de Justiça e cidadania sob o foco desse programa o tribunal de justiça do Estado de Santa Catarina e o Ministério público de Santa Catarina. Em 2012 interessada nas Centrais de penas alternativas nas Comarcas de Florianópolis, São José, Joinville, Blumenau e Criciúma para 2013 estão previstas a implementação as centrais de Lajes, Itajaí e Chapecó. As centrais são compostas por equipes interdisciplinares para atendimentos aos infratores com infrações menores que ficam em condições favoráveis, acompanhamentos, monitoramentos e fiscalização, execução e redução das penas alternativas. Objetivando o direcionamento da prática ressociação do infrator. para tanto estamos abrindo o 1º encontro de penas alternativas  prestação de serviços comunitário em Blumenau e convidamos as ongs e comunidade  para conhecer o trabalho pela mesma em vista a celebração de parceiros aos quais objetivou o encaminhamento para as ongs. Após a explanação do projeto pena alternativas foi convidado para compor a mesa as seguintes autoridades: A secretaria da justiça de Santa Catarina que foi representada pela coordenadora geral de penas alternativas de Santa Catarina Vanderleia Maria Machado, prefeito de Blumenau Napoleão Bernardes Neto, Juíza de direito da 3ª vara criminal da família Jussara Sanches e promotoria da justiça da 10ª vara da Justiça de Blumenau  Juçara Viana e a  coordenadora da Central de Penas Alternativa Flaviane Schibelben. Registraram a presença de várias autoridades no evento , coordenadora de núcleo da FURB, secretário de desenvolvimento econômico Jorge; Secretário de defesa do Cidadão Marcelo Schrubbe, secretária da Saúde Maria Regina, Secretaria da educação Mirian St, . A Coordenadora  e psicóloga Flaviane Schibelben  , agradeceu as autoridades presentes, comunidade ,  ongs  e convidados que prontamente compareceram neste evento e disse que todos possam estar aproveitando esse momento e contribuindo com a equipe da Central de penas alternativas de Blumenau. 
Convidou a psicóloga Vanderléia Machado para palestrar representando a secretária da Justiça do estado de Santa Catarina, "Cabe ressaltar que Blumenau já existe a Central de penas alternativas á 8 anos e fez questão de parabenizar o trabalho realizado principalmente sob o comando da assistente social e advogada Lúcia Pegorarri que é de alto valor para Blumenau.” Sendo que esta questão é uma das melhores práticas pela ONU. Uma das maiores dificuldade que temos é nós não tínhamos dados mensurados e isso é muito importante saber quem são essas pessoas. É necessário todas as secretarias se unirem, para que as coisas ande certo. A ausência da secretária da justiça foi justificada aos presentes , que devido aos acontecimentos que é de conhecimento de todos essa semana estamos passando em Santa Catarina por momentos delicados sobre segurança em Santa Catarina, muitos ataques e incêndios foram registrados. Mesmo assim iremos neste instante iniciar esse programa e lanço aqui esse desafios a todos. Em seguida o prefeito de Blumenau Napoleão Bernardes Neto falou que Blumenau é marca de pioneirismo e pediu que o secretário Marcelo Schrubbe para que acompanhasse essa iniciativa e com certeza ele como prefeito estará apoiando esse ato.
A equipe é composta por 1 coordenadora técnica - 1 psicóloga - 1 assistente social e 1 auxiliar administrativo. A psicóloga Juciane falou da metodologia de atendimento: " Como se dá o encaminhamento? Habilidade do apenado". 1. Ouvinte para determinar o Banco de horas. 2. Identificação - escolaridade - envolvimento com drogas - familiar e outros e finalmente avaliar. Após a entrevista é encaminhada para a prestação da pena na comunidade. 3. História de vida do indivíduo - baixa complexidade. Media complexidade é feita avaliação com a equipe e acompanhamento, alta complexidade idem e é mais intensa. Sendo uma das melhores pratica no mundo de reeducação das penas alternativas. São penas alternativas a serviço da comunidade. " Processo de reolocação" Documento que deve ser feito com a entidade e  a central de prestação de contas. Credenciamento : ver quando a ONG está de férias. O documento deverá ser preenchido com cabeçalho já feito pela central de penas alternativas. Razão de horas que eles podem fazer por semana. Assinatura diária do apenado. Horário de entrada e saída. 
Não preencher a quantidade de horas isso é obrigação da Central de horas. Carimbo e assinatura da instituição. Comprovante no documento de horas certas até o dia 10 de cada mês. Deve ser o próprio apenado que levará até a central de penas alternativas, para que eles possam ter o contato com o apenado a cada mês. Uma folha para cada mês. Traz a folha até a central de penas alternativas e receberá outra e assim sucessivamente enquanto durar a pena alternativa. É importante a central ter esse contato com o apenado 1 vez por mês. Sera feito a Avaliação no termino da pena pela instituição e esta devera falar  como o beneficiário fez o trabalho proposto e o que pode ser melhorado. Por ultimo o retorno para saber se todos estão trabalhando e a fidelidade de horas cumpridas. Observar para que não pularmos o foco de punição, que é o cumprimento das horas de trabalho comunitário, não deve ser marcado a mais pois a ação não esta sendo cumprida da pena alternativa. Não cabe a nós julgar o apenado. Ele já foi julgado pela justiça. Ter 1 pessoa que seja a pessoa responsável para assinar na instituição e responder as questões com a central de penas alternativas. É necessário ter uma regularidade de horas  a cumprir.

19/02/2013

* 2013 - BRINCADEIRAS INFANTIL COM A LETRA P


PALAVRA CERTA

Faixa etária  Acima de 4 anos
Local: Quintal, Praça, Dentro de casa, Salão de Festas, Condomínio, No carro
Estimular: Linguagem, Imaginação, Raciocínio lógico, Cooperação
Participantes  4+
Material: Papel e lápis
Como brincar
O objetivo neste jogo de duplas é acertar a palavra mágica, ou a senha, com o mínimo de dicas possíveis. As dicas consistem apenas em outras palavras que podem se associar à palavra inicial. Escreva várias palavras em pedaços de papéis e coloque-as em um saco. Eleja um da dupla para dar as dicas e outro para adivinhar a senha. Quem começa dando as dicas deve retirar uma senha do saco e lê-la mentalmente. Depois, de frente para o parceiro, fala outras palavras que possam se associar à senha. Por exemplo, se a senha for “cachorro” a dica pode ser ‘animal’ ou ‘patas’. O parceiro tem até três dicas para acertar a senha. Cada palavra certa vale um ponto e a cada erro a dupla passa a vez para outros dois jogadores. Dicas: inverta a função das duplas a cada rodada. Com jogadores mais jovens use palavras mais fáceis e, em vez de escrevê-las, peça para que eles apenas pensem em uma senha. Esta brincadeira também se chama...Senha, palavra mágica, palavra secreta.

PALITINHOS
Amplamente difundido em todo o Brasil, o jogo de palitinhos, conhecido em outras regiões como Purrinha é muito jogada em diversas regiões brasileiras, tendo assim, diversos tipos de regras que podem diferir do que aqui for apresentado. A Purrinha é um jogo de adivinhação e blefe, os jogadores começam o jogo geralmente com três palitinhos, onde devem colocar suas mãos para trás e escolher qual quantidade de palitos irá colocar nas mãos para apostar na rodada, quantidade essa escolhida que deverá estar na mão direita do participante. Logo depois de todos os jogadores terem colocado suas mãos direitas com palitos para a frente, cada um dos participantes devem chamar a aposta, dizendo quantos palitos estão no total naquela rodada, lembrando que nenhum dos jogadores poderá repetir o palpite do outro, ganhando a rodada quem acertar o número de palitos total nas mãos dele e dos adversários.A brincadeira consiste em acertar-se o número de pontos que está na mão do adversário, ou dos adversários, somando aos seus. Para isso, cada jogador utiliza-se de 3 palitos, no máximo, podendo em cada partida colocar na mão todos os 3. Caso contrário, jogará com 2, com apenas 1, e ainda poderá sair jogando com a mão vazia, ou seja, zero ponto (sair de lona), deixando os palitos escondidos na outra mão. O jogo começa quando os participantes expõem uma das mãos fechadas, com os palitos, para que cada um dando um palpite adivinhe a quantidade de palitos contidos nas mãos dos adversários juntadas aos da sua. Depois de todos dizerem um número (que equivalerá a soma de todos), pela ordem, abrem a mão, para a soma dos pontos. Cada participante sai com três palitos na mão, e o jogador que ganha a rodada deve retirar um palito das mãos, ficando nesse caso, com dois. O vencedor do jogo é o participante que primeiro ficar sem palitos para jogar. Quanto ao jogo, é extremamente simples e com poucas regras que devem ser respeitadas, como por exemplo que o jogador não pode vir na primeira rodada jogando “de lona”, ou seja, sem palito algum na mão direita. Outra tática interessante do jogo é a de jogar na mão dos adversários: com alguma sorte e também um pouco de ousadia, o jogador que irá chamar o palpite primeiro, pode vir zerado e contar com o que os jogadores andam a jogar para acertar o palpite, ficando mais fácil para os adversários caso ele erre o palpite, uma vez que todos já viram que ele não tem nada nas mãos. 
Limite de jogadores: Não há um limite máximo de jogadores, mas deve-se observar que o jogo ficará lento com muita gente jogando, sendo mais dinâmico que se formem grupos de quatro pessoas, além de que duas pessoas fará com que fique muito fácil de se alcançar o objetivo do jogo. Mais um detalhe importante: caso vá jogar, nunca peça lona na hora em que está chmando o palpite, pois fará com que seus adversários saibam mais facilmente que está sem nada e calculam pela sua própria o palpite.
História
Quanto da origem do jogo, o nome “porrinha” deve ter surgido da expressão oriunda do latim “Porro cum quo micas in tenebris ei liberum, est,” que traduzido significa Com certeza, àquele com que joga morrerá no escuro, se por ventura se enganar), frase dita por Santo Agostinho.

PAR OU ÍMPAR
Faixa etária  Acima de 4 anos
Local : Dentro de casa, Salão de Festas, No carro
Estimular: Raciocínio lógico, Conceitos de matemática
Participantes  2+
Como brincar
Regra do jogo: A preliminar par muitos jogos infantis, é tirar o par ou ímpar. Os dois jogadores ou os dois diretores do jogo, ficam à frente, um diz: - Par! , o outro diz:- Ímpar! Ou vice-versa, mantendo a mão direita fechada atraz. Trazem as mãos para a frente com a palma para baixo, simultaneamente, apresentando um, dois, três, quatro ou cinco dedos, ou nenhum. Somam-se os números. Se a soma é um número par, ganhou o que disse : - "par!". Tem direito a começar o brinquedo ou escolher o primeiro. Usado mais como uma forma para definir quem começa a brincadeira, o jogo do par ou ímpar é muito simples. Cada um escolhe se quer o ‘par’ ou o ‘ímpar’. Definido isso, os dois jogadores, um de frente para o outro, lançam, ao mesmo tempo, as mãos para frente com valores de 0 a 5 (indicados com os dedos das mãos). Se a soma for par vence o jogador par, se for ímpar, vence o jogador ímpar. Quando o número de participante for maior que dois, a opção pode ser o dois ou um, em que todos os jogadores podem jogar ou o número 2 ou o número 1 e vence o jogador que colocar sozinho um dos dois números. 
PASSA ANEL 
Faixa etária  Acima de 6 anos
Local : Quintal, Praça, Parque, Salão de Festas, Dentro de casa
Estimular : Imaginação, Criatividade, Atenção
Participantes  8+
Material : Um anel
Como brincar: As crianças se colocam em fila, lado a lado, sentadas ou em pé, com as mãos unidas. Uma delas é escolhida para passar o anel que está entre as mãos da criança. Inicia-se o jogo com a criança que está com o anel, passando de uma em uma das crianças, tentando deixar o anel por entre mãos unidas: "Tome este anelzinho e não diga nada a ninguém"
Após ir em todas as crianças, ela já deverá ter deixado o anel com uma delas. Após isso, a criança que estava com o anel e que o passou a outra, pergunta a qualquer uma das crianças, menos àquela que esta com o anel: Com quem você acha que está o anel? Se a criança escolhida acertar, deverá pagar uma prenda. O anel pode ser substituído por uma pedrinha. A brincadeira pode ficar mais interessante se o passador tiver mais de um objeto na mão. Pode ser um anel, uma bola de gude e uma moeda, por exemplo. Neste caso é preciso escolher antes quem deverá tentar adivinhar. Cada objeto é passado de uma vez. O jogador escolhido terá então que adivinhar qual objeto está na mão de quem. 
Esta brincadeira também se chama...Anelzinho, jogo do anel. 

 PÉ DE LATA

Nessa brincadeira são amarrados cordões de náilon em cada lata para que as crianças possam andar de um lado para o outro em cima das latas. É importante se certificar que a corda de náilon esteja bem presa na lata. O ‘pé de lata’ é para crianças com idade acima de cinco anos e desenvolve o equilíbrio e a coordenação motora. 
Como fazer - Faça dois furos diametralmente opostos no fundo de uma lata de achocolatado ou leite em pó. Passe uma corda de náilon de 1,2 metro pelos furos da lata e una as extremidades com um nó bem forte dentro do recipiente. Coloque a tampa e decore com retalhos de plástico adesivo ou tinta. Faça o mesmo com outra lata. 
Como brincar - Os alunos sobem nas latas e tentam se equilibrar segurando nas cordas. Além de andar pela escola com os ‘pés de lata’, eles vão se divertir apostando uma corrida, andando para trás ou vencendo um percurso com obstáculos.As crianças andam para lá e para cá em cima das latas.
Quando já tiverem prática, elas podem apostar uma corrida.
PEDRA, PAPEL E TESOURA


  

Faixa etária  Acima de 6 anos
Local Quintal, Calçada, No carro, Salão de Festas, Dentro de casa, Condomínio
Estimular  Agilidade, Atenção, Estratégia, Coordenação motora, Ritmo
Participantes  2+

Como brincar: Dois participantes ficam um de frente para o outro e, ao mesmo tempo, jogam uma das mãos para frente representando um dos três símbolos: pedra (mão fechada), papel (mão aberta) ou tesoura (dedos indicador e médio estendidos). Para definir o vencedor segue-se a seguinte regra: pedra ‘quebra’ a tesoura; tesoura ‘corta’ o papel e papel ‘embrulha’ a pedra.
Esta brincadeira também se chama... Joquempô, jo-quem-pô
PEGA-BANDEIRA

Faixa etária  Acima de 8 anos
Local            Praia, Quintal, Condomínio, Quadra de esportes
Estimular     Agilidade, Estratégia, Socialização
Participantes  8+
Material       Panos em duas cores diferentes
Como brincar: Os participantes são divididos em dois times. Divida o espaço em dois campos de tamanhos iguais - quanto mais comprido e estreito o campo, mais difícil fica o jogo.  Cada time deve colocar a bandeira - que pode ser um pedaço de pano ou lençol - no local que considerar mais difícil e distante dentro do seu campo. Para brincar, é preciso de um espaço grande (de 8 metros a 15 metros de comprimento), dividido ao meio por uma linha riscada no chão. A bandeira pode ser uma vara com um lenço amarrado na ponta ou qualquer outro marco. Separe a turma em dois times, cada um numa metade do espaço. Cada time põe sua bandeira ao fundo do campo. Alguém tem de ser o juiz e gritar "larga!" para começar a brincadeira. Quando ouvir o grito, o jogador das pontas de cada uma das equipes sai correndo e tenta pegar a bandeira e levá-la de volta para o seu time. O difícil é chegar até a bandeira sem ser agarrado por alguém do outro time. Para isso, o jogador não pode ir direto ao alvo, tem de fazer manobras, correr para o lado, confundir os adversários. Leva o ponto quem conseguir pegar a bandeira ou agarrar o adversário. A cada rodada, os corredores da ponta vão para o fim da fila. Ganha quem fizer mais pontos. O objetivo do jogo é atravessar o campo adversário e capturar a bandeira sem ser pego. Quem for pego deve ficar parado, congelado, no território oposto. O participante poderá ser libertado por alguém de sua equipe que conseguir tocá-lo sem ser pego pelo adversário.Dicas: experimente espalhar várias bandeiras nos campos adversários, ou faça a brincadeira em um espaço bem grande sem delimitar os territórios.
Esta brincadeira também se chama... Pique-bandeira, bandeira, bandeirinha, rouba bandeira, bimbarra, capture a bandeira,  rouba lata, barra-bandeira,caça-bandeira. 

PEGA PEGA

Pelo menos três jogadores. Este é um jogo para se brincar ao ar livre. Os melhores lugares são quadras, galpões e ruas sem movimento. A regra é a seguinte: Uma criança será o pegador ou caçador, e as outras, os fugitivos. Os participantes combinam as regras no início, decidindo o que servirá de proteção contra o pegador (chamada de pique, que pode ser um local, uma posição ou uma ação), o que será considerado ser pego e qual é o castigo para quem for pego.
Faixa etária    Acima de 4 anos
Local   Praia, Quintal, Quadra de esportes, Condomínio
Estimular Velocidade, Coordenação motora, Agilidade, Atenção
Participantes 5+
Como brincar: O jogo começa elegendo um dos participantes como o pegador. Este, dado um sinal, passa a perseguir os outros jogadores. Quem for alcançado primeiro passa a ser novo pegador. Por sua simplicidade, não há limites para criar regras para este jogo. Pode haver mais de um pegador ou os participantes podem correr de costas, por exemplo. Na versão ‘agachado’ quem estiver de cócoras fica a salvo, mas não pode permanecer nessa posição por mais de 5 segundos e o pegador não pode ficar muito próximo ao perseguido no momento dele levanta. Já no pique-pega, os participantes escolhem um lugar para o pique, pode ser uma árvore, uma trave da quadra. O jogador que tocar o pique durante a perseguição não poderá ser pego, mas, assim como no ‘agachado’ não pode ficar por ali por muito tempo. Da mesma forma, pode haver vários piques. Esta brincadeira também se chama...Apanhada, pega-vela, pega-gelo, pega-corrente, pique, pique-pega, piques.
PEGA VARETAS
Faixa etária  Acima de 7 anos
Local: Dentro de casa, Salão de Festas
Estimular: Coordenação motora, Concentração, Agilidade, Atenção
Participantes  2+
Material: Jogo de pega-varetas ou palitos grandes (do tipo para espetinhos)
Como brincar: Para começar, junte as varetas como se fosse colocar um espaguete na panela. Apoiando o feixe no chão, abra a mão deixando as varetas caírem. Alternadamente, os jogadores tentam retirar as varetas uma a uma, sem tocar nas outras. Sempre que o feixe se movimentar ou outra vareta for tocada, a vez passa para o próximo jogador. Nos jogos de pega-varetas, normalmente as peças são coloridas e cada cor tem um valor diferente. Faça o seu próprio jogo colorindo palitos usados em churrasco com ajuda de canetinhas.  Preste atenção na hora de adquirir os palitos: eles devem ter os dois lados pontiagudos para o jogo funcionar melhor. Esta brincadeira também se chama...Jogo de varetas, cai-não-cai
 PEGA RABO


Faixa etária  Acima de 6 anos
Local : Praia, Parque, Condomínio
Estimular Agilidade, Cooperação, Condicionamento físico, Velocidade
Participantes  8+
Material Fitas coloridas
Como brincar: Divida os participantes em duas equipes – ou mais, dependendo do número de participantes – e distribua, para cada uma, pedaços de pano ou fitas de cores diferentes, identificando cada time. Os jogadores devem prender a fita no cós da calça ou bermuda, como se fosse um rabo. Neste jogo de pega-pega, as crianças correm umas atrás das outras e tentam pegar o maior número de ‘rabos’ da equipe adversária. Quem ficar sem rabo espera a brincadeira acabar. Dica: determine um tempo para a caçada, como dois ou três minutos.
Esta brincadeira também se chama... Pega o rabo
PEGADOR SÔ LOBO.

Uma criança é escolhida para ser o lobo e se esconde. As demais dão as mãos e caminham em sua direção, enquanto cantam:_ Vamos passear na avenida, enquanto o sô lobo está aí? ! Chegando perto da suposta casa, a criança que está fazendo o papel do sô lobo responde que ele está ocupado, tomando banho, enxugando-se, vestindo-se, com quiser inventar. As crianças se distanciam e depois voltam fazendo a mesma pergunta e recebendo respostas semelhantes. A brincadeira se repete até que, numa dada vez, sô lobo, já pronto, sem responder nada, sai correndo atraz das outras crianças. A que for pêga, passa a ser o sô lobo na próxima vez

PETECA
Faixa etária  Acima de 6 anos
Local Praia, Quintal, Praça, Parque
Estimular Agilidade, Coordenação motora, Condicionamento físico, Mira, Força, Noção de espaço, Ritmo
Participantes  2+
Material Uma peteca
Como brincar: No jogo tradicional os participantes ficam em círculo - ou um de frente para o outro no caso de apenas dois jogadores - e passam a peteca de um lado para outro batendo no fundo dela. Quem deixar a peteca cair é eliminado do jogo. Experimente também uma variação dessa brincadeira colocando um dos participantes no meio da roda. A peteca sempre deve partir dele para os outros jogadores e dos outros jogadores para ele. Outra forma divertida de aproveitar o brinquedo é reunir a turma em uma quadra de vôlei e dividi-la em duas equipes. Cada time ficará de um lado da quadra. As regras são as mesmas do vôlei: a peteca não pode tocar na rede e a equipe adversária tem até três toques para devolvê-la para o outro lado da quadra. Quando uma das equipes deixar a peteca cair no chão, a equipe adversária ganha o ponto e o direito ao lançamento. O jogo com petecas é de origem indígena, e desde antes do descobrimento do Brasil á era um jogo muito praticado pelos índios.  O nome peteca é de origem Tupi (pe’teca – bater com a mão). Em todas as festas e rituais das tribos indígenas, a peteca estava presente. Aproximadamente em 1940, o jogo de peteca foi pela primeira vez competido em uma quadra, em Minas Gerais. E nos anos 70, já era disputado por pessoas de todas as idades, que já seguiam suas primeiras regras.   Durante muito tempo era apenas uma brincadeira, mas a partir de 1985 foi oficializada com um esporte.  O jogo de Peteca guarda certa semelhança com o voleibol e o Badminton, pelo fato de jogar-se, como estes, em um terreno dividido por uma rede. O elemento principal do jogo é a peteca, que se golpeia com a mão. A popularidade da peteca como jogo de tempo livre tem crescido constantemente em alguns países europeus, como a Alemanha, onde, para o esporte, existem três federações diferentes.
Como jogar: O jogo consiste em dois ou mais participantes, utilizando-se as mãos, onde a peteca é arremessada ao ar de um jogador para o outro, evitando que a mesma toque o solo numa área definida. É um esporte praticado em várias regiões do Brasil, e tem como origem o estado de Minas Gerais, proveniente dos índios que habitavam aquela região, que utilizavam tocos de madeira e palha amarrados a penas de aves, arremessando o artefato entre si como forma de diversão. Dica: você pode fazer o seu próprio brinquedo com folhas de jornal: amasse meia folha de jornal fazendo uma bola achatada, coloque a bola no centro da outra metade da folha e 'embrulhe' a bola deixando as pontas soltas. Na altura da bola amarre a folha com um barbante bem firme. Depois é só pintar com tinta guache e brincar. 
Regras: Os jogos podem ser de simples ou duplas, nos moldes de uma partida de tênis. A quadra apresenta dimensões de 15,0m x 7,5m para duplas e 15,0m x 4,0m para individual, dividido em duas metades, cada uma para o uso de uma das equipes rivais. A altura da rede é variável e depende da idade e do sexo dos participantes. Para jogos da categoria masculino, a rede deverá apresentar uma altura de 2,43m e 2,24m para o feminino e categoria até 12 anos. Detalhes como as dimensões dos quadrados da malha também são especificados: aproximadamente 4 cm por 4 cm. A peteca é posta em jogo através de um saque, no qual o jogador golpeia com a mão a peteca para que passe por cima da rede. A peteca deve ser jogada para a outra metade da quadra com um único toque, sem que tenha tocado o solo. Atualmente utiliza-se o sistema de vantagens para contagem de pontos. Cada partida é disputada em sets, que chegará ao fim quando uma das equipes alcançar 12 pontos ou após 20 minutos de jogo. O componente que ganhar dois sets primeiro, ganha a partida. Outro detalhe importante é que após o saque, o ponto deverá ser finalizado em 30 segundos, ou senão a vantagem será revertida. As regras completas são muito mais específicas e podem ser encontradas nos sítios das federações de peteca (algumas são listadas na última seção).
PIÃO OU  PIORRA 

A origem remota do jogo do pião, segundo d’Allemagne (s.d., p.35), está entre os gregos e romanos. Callimaque Pittacus, que morreu em 579 a.C, já falava de um pião que fazia virar com um chicote. Os romanos conheciam também este jogo, uma vez que Horácio falou dos trochus. Parece que entre os romanos o pião já era o jogo favorito das crianças. Ao invés de trabalhar Pérsio só queria rodar seu pião de madeira. Virgílio, no Livro III, da Eneida, designou o pião quando disse: “Volitans sub verbere turbo.” O folclorista Luiz da Câmara Cascudo descreve a pequena peça como “Pinhão”, brinquedo de madeira piriforme, com ponta de ferro, por onde gira pelo impulso do cordão enrolado na outra extremidade puxado com violência e destreza. (...) O strombos dos gregos e o turbo dos romanos são o mesmo jogo de pião das crianças de hoje, e datam pelo menos da pré-história da civilização (...) pois alguns piões de argila primitivos figuram na coleção de “Schliemann”. (Heinrich Schliemann foi um arqueólogo alemão - 1822/1890 - que adquiriu fama pelas explorações arqueológicas na Grécia, especialmente em Micenas.) Existem várias maneiras de entretenimento com o pião de pêra, feito de madeira, que tem, e geralmente os tipos de jogos e suas regras mudam de região para região do país. Basicamente os jogos consistem em arremessá-lo ao chão puxando-se uma corda, ou “fieira”, enrolada a seu corpo com o intuito de coloca-lo em rotação e mantendo-o em pé com a ponta metálica para baixo, ou “dormindo”, e fazendo com que o mesmo realize certo tipo de procedimento, de acordo com as regras previamente acordadas entre o grupo de jogadores.
Modalidades mais conhecidas: “Caça” - consiste em jogar o pião no chão e “caçá-lo” com a mão, recolhendo-o por entre os dedos indicador e médio. Ganha quem ficar mais tempo com o pião rodando na mão; ou em uma variação do jogo, o pião era passado de mão em mão, entre os participantes, até que “morresse” na mão do participante que, assim, era eliminado (quando o pião para de rodar, ele “morre”). Há também outra variação da “caça”, pela qual o participante joga o pião e, sem que ele bata no chão, puxa-o de volta ao corpo “caçando-o” no ar.
“Cela” - Desenha-se no chão um grande círculo, a “cela”, e em seu centro uma rodinha onde são colocados os piões que não conseguem rodar ou que não tenham corrida suficiente para sair do círculo. Quando isso acontece o dono do pião perde sua vez de jogar e seu pião vai para a rodinha central. O primeiro a jogar e o primeiro a ter seu pião como alvo são escolhidos por par ou ímpar ou outro sorteio qualquer. Tendo pião dentro da rodinha a intenção dos jogadores é jogar seus piões lá para fazer com que o “ ferrão “ bata  nos ou no pião que esta lá, quebrando (2), lascando ou mesmo só para retira-lo de lá. Quando um pião é retirado de lá o dono tem novamente o direito de voltar a jogar seu pião na roda (1). Uma outra variação dessa modalidade, consiste em jogar o pião dentro da “cela”, sobre os que lá estão e, com habilidade, puxá-lo para fora. Se o pião ficar, está perdido; se com a batida no chão, qualquer outro pião for retirado lá de dentro, o pião resgatado é ganho (3). “Bata” - marca-se um campo de tamanho combinado com dois “gols” nas extremidades. Uma bolinha de madeira, a “bata”, (do tamanho de uma bola de pingue-pongue) é colocada no centro. Ao sinal, os jogadores (um ou mais de cada lado) jogam seus piões, caçando e batendo na “bata” com o mesmo, impulsionando-a em direção ao “gol”.
Faixa etária  Acima de 7 anos
Local Praça, Quintal, Parque
Estimular Coordenação motora, Concentração, Atenção, Agilidade
Participantes  1+
Material Um pião

Como brincar São duas as principais formas de brincar com o pião. No jogo sem desafios, os participantes apenas mostram suas habilidades botando o pião para rodar. Para isso, enrola-se a corda no pião segurando uma ponta do barbante e lançando o brinquedo no chão. A ação é mais complicada do que parece e dificilmente se obtém êxito nas primeiras tentativas. Já os mais experientes exibem o domínio sobre o brinquedo colocando o pião para rodar na palma da mão ou na unha do dedo e o pegando no chão. No jogo com desafio, os participantes desenham um círculo no chão e todos precisam arremessar seus piões no centro do círculo. Quem não conseguir, deita o seu pião dentro do círculo. Os piões deitados são disputados pelos outros jogadores que conseguirem atingir o centro do círculo. Esta brincadeira também se chama...
Pinhão, carapeta, carrapeta 

 PIPAS, PAPAGAIOS, ARRAIAS, PERIQUITOS
Faixa etária Acima de 4 anos
Local  Praia, Praça, Parque
Estimular Conceitos de física, Criatividade, Coordenação motora, Movimento
Participantes  1+
Material Papel de seda, barbante ou linha, cola bastão, sacos de lixo, varetas, lata
Como brincar O objetivo é manter a pipa no ar pelo maior tempo possível. Para os menos experientes, o ideal é contar com um ajudante, que ficará à frente do empinador a uma distância de 20 metros, segurando a pipa em uma inclinação de mais ou menos 60°, enquanto o empinador segura o carretel com a linha bem estendida. Quando perceber um vento bom, o ajudante fará um sinal para o empinador, que deve recolher a linha com as mãos, em movimentos constantes. Quando o vento estiver bom, o empinador deve aproveitar para soltar o máximo de linha possível. Se a pipa começar a cair, é só recolher a linha até achar um ponto em que o vento esteja mais forte – e levantá-la de novo. Vale soltar a criatividade para montar pipas coloridos e diferentes. Use papeis coloridos ou sacolas plásticas em tiras para fazer a rabiola. Existem pipas mais simples, que podem ser puxadas por crianças entre 2 ou 3 anos porque são feitas de jornal, barbante e não têm varetas. A partir de 6 e 7 anos, as crianças têm mais desenvoltura para a atividade. Esta brincadeira também se chama...Papagaio, papagaio de papel, réu-réu, pandorga, raia, quadrado, piposa, arraia, pepeta, califa
 PINTURAS


Faixa etária  Acima de 1 ano
Local : Quintal, Dentro de casa, Praça, Parque
Estimular: coordenação motora, Criatividade, Imaginação, Linguagem, Concentração, Conhecimento de cores
Participantes  1+
Material Papel, lápis de cor, canetinhas, giz de cera, tinta guache
Como brincar: Tente encontrar uma criança que não goste de desenhar e colorir. Algumas podem passar horas com lápis coloridos na mão desenhando, pintando e imaginando histórias neste mundo particular. Por isso, deixe sempre disponível e ao alcance das crianças folhas de papel e material para colorir. Aproveite para passar um tempo com o seu filho e solte a criatividade com lápis de cor, tinta guache ou giz de cera. Uma sugestão interessante para fazer quando as crianças são pequenas é forrar uma parte da parede do quarto com folhas de papel e deixar que eles usem e abusem das cores nos desenhos.


PIQUE - ESCONDE
A escolha de quem vai procurar e quem vai se esconder: esta etapa se realiza através de sorteio feito pela brincadeira conhecida como zerinho ou um, finalizando em par ou impar para ficar a penas uma criança que não é eliminada, é esta criança, que perde no sorteio que ira procurar as outra crianças. A procura das crianças acontece da seguinte forma: quem vai procurar com os olhos fechados e rosto direcionado para uma parede ,árvore ou outro local similar, inicia uma contagem numérica, esta contagem pode variar desde o número 1 (um) ao número 10(dez) até o número 1 (um) ao número 100(cem) ou mais.Enquanto esta criança faz a contagem, as demais vão se esconder.Sendo que o esconderijo de cada uma criança pode ser individual ou não. Com o inicio da procura , após a contagem ser feita, a criança que esta procurando tenta encontrar as outras em seus esconderijos secretos, enquanto as crianças que estão escondidas têm que despistá-la para conseguir ir até o local da contagem para conseguir ficar livre da  perseguição que é chamado de "Se salvar" ,acontece com a criança batendo três vezes com a mão no local da contagem e dizendo a seguinte frase: - "Um ,Dois, Três Salve Eu". Este procedimento deve ser feito por todos para que se salvem, pois se a criança que esta procurando avistar alguma das outras crianças ela se dirige até o local da contagem e relata que achou-a , da seguinte forma batendo três vezes com a mão no local da contagem e dizendo a seguinte frase: -"Um ,Dois, Três Visto(o nome da criança)". Desta forma a primeira criança a ser avistada e relatada ,será a próxima a procurar quando acabar a brincadeira, mas todas as crianças que estão sendo procuradas podem se salvar da seguinte forma: ou individualmente, com cada um se salvando, ou a última criança ao se dirigir até o local da contagem batendo três vezes com a mão no local da contagem e dizendo a seguinte frase: - "Um ,Dois, Três Salve Todos". Desta forma todos estarão salvos e a criança que procurava as outras, terá que começar outra vez procurando.
PULAR CORDA
Faixa etária Acima de 5 anos

Local Calçada, Quintal, Parque, Condomínio, Praça
Estimular Agilidade, Condicionamento físico, Cooperação, Memória, Sequência, Lateralidade, Socialização
Participantes  2+
Material Uma corda
O ato de pular corda é tão antigo que se torna praticamente impossível descobrir sua origem. Sabe-se apenas que é praticado em todos os cantos do mundo. E a brincadeira evoluiu tanto que existe até campeonato mundial de pular corda. Mas é claro que os concorrentes não são delicadas menininhas de 08 anos e muito menos musculosos boxeadores. São esbeltos profissionais que ganham a vida pulado corda.
 Pular corda ou saltar corda é uma brincadeira tradicional que envolve grande atividade física e coordenação. Tais características fizeram da recreação um desporto, às vezes chamado por seu nome em inglês - rope skipping - que não consiste apenas em pular corda, mas também executar uma série de saltos, acrobacias, manejos com a corda, buscando a sincronia dos saltadores com uma música em execução. Duas crianças seguram a corda nas extremidades bem perto do chão. As outras crianças começam a saltar. À medida que saltam o nível da altura deverá ir subindo. Será o vencedor quem conseguir pular mais alto. Uma excelente brincadeira para exercitar a coordenação motora, a atenção e o ritmo. Aproveitem para cantar a musiquinha
Um homem bateu em minha porta E eu abri
Senhoras e senhores: põe a mão no chão
Senhoras e senhores: pule de um pé só
Senhoras e senhores: dê uma rodadinha
E vá pro olho da rua
Ra, re, ri, ro, rua
Ao falar a palavra rua, o jogador deve sair da corda e dar lugar ao próximo.
Enquanto dois jogadores tocam a corda, cada um do grupo pula cantando a cantiga: “Um homem bateu na minha porta e eu abri. Senhoras e senhores, pulem num pé só. Senhoras e senhores, ponham a mão no chão. Senhoras e senhores, dêem uma rodadinha. E vão, pro olho da rua!” (sair fora),
Quem conseguir chegar primeiro ao final, sem errar no pulo, será o vencedor.
Como brincar: No jogo básico dois participantes seguram cada um uma ponta da corda, batendo-a em círculo e de forma ritmada enquanto o terceiro integrante pula, assim que ela tocar o chão. Para deixar o jogo mais divertido tanto o ritmo das batidas quanto os pulos podem variar. Quanto maior o número de jogadores e mais rápido o ritmo mais difícil fica, ainda mais se os pulos forem coreografados por cantigas como esta: 
Dica: para os mais experientes é possível usar duas cordas sendo que a que ficar na mão esquerda bate-se no sentido horário e a da mão direita no sentido anti-horário. Para crianças menores, a corda pode ser usada em jogos mais simples, como ‘Cobrinha’ (os batedores encostam a corda no chão e a movimentam rapidamente da direita para a esquerda, enquanto o pulador atravessa de um lado para o outro sem tocar a corda) ou ‘Reloginho’ (um batedor fica no centro, girando a corda, que ficará um pouco estendida no chão enquanto os puladores, que ficam em volta do batedor em círculo, saltam assim que a corda se aproxima para não serem atingidos). Esta brincadeira também se chama...Bater corda, cobrinha, reloginho.
PULA SELA
Faixa etária  Acima de 6 anos
Local Calçada, Praia, Quintal, Quadra de esportes, Condomínio, Parque
Estimular Agilidade, Coordenação motora, Equilíbrio, Resistência, Força, Expressão corporal, Socialização
Participantes  4+
Como brincar: Os participantes saltam uns sobre os outros apoiando a mão sobre as costas dos jogadores agachados, ou seja, "selando" as costas do amigo. Eles formam uma fila, exceto um, deixando uma distância de cerca de 2 metros entre uma pessoa e outra. Quem estiver na fila fica com as costas curvadas apoiando as mãos sobre os joelhos. Quem fica de fora começa saltando sobre as costas de cada participante, até passar por toda a fila. Ao pular o último participante, o primeiro saltador também colocará as mãos no joelho e depois dará um sinal para quem está no fim da fila. Esse passa a ser o saltador e pula por toda fila até chegar no começo dela e voltar a posição inicial, dando sinal para o saltador seguinte. Assim a brincadeira segue até que a fila chegue de novo ao primeiro saltador. Dica: os participantes podem inventar regras para o salto e os outros deverão copiá-la. Por exemplo: pular com a mão aberta; apoiar apenas as pontas dos dedos, etc. Nas brincadeiras com crianças mais novas, elas devem ficar de joelhos, para ter mais apoio, e não somente abaixadas, ao servir de sela.
Esta brincadeira também se chama... Pula carniça, pula mula, carniça .Faz-se uma fila de crianças que deverão estar curvado com as mãos apoiadas na coxa. Uma criança começa pulando sobre todos. Quando pular a última carniça o pulador pára adiante esperando que os seguintes pulem sobre ele.
Brincadeiras infantis: 100 tipos de brincadeiras para crianças - iG
delas.ig.com.br/filhos/brincadeiras/
Brincadeiras Antigas para Crianças
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