02/08/2010

* 2010 – JUBILEU DE OURO

COLÉGIO SAGRADA FAMÍLIA
Na noite de 30 de julho nas dependências do Colégio Sagrada Família realizou-se a entrega do livro “ FORMANDAS 1959 “ das alunas que neste local nos idos anos de 1959 fizeram sua formatura e por cinqüenta anos trilharam caminhos distantes. A edição desta obra é limitada. Não foi colocada a venda. Uma doação das autoras.  São quarenta co-autoras, colegas que se conheceram na infância no Colégio Sagrada Família e continuaram na adolescência estudando neste Colégio até a formatura do antigo Ginásio em 1959. Elas registram passagens, páginas e algumas até sua história que se iniciando com a identificação de seus avós. Lendo ás 40 histoóias da obra descobre-se qual e o segredo deste entusiasmo destas mulheres da Juventude acumulada.Mas a amizade perdurou e após meio século encontram-se e juntas resolvem colocar nestas páginas suas recordações. A aluna Maria Cecília Sada de Amorim nos convidou para agradecer pessoalmente Adalberto Day pela sua contribuição deste trabalho elaborado para as 40 alunas formandas de 1959.
Para mim foi momento de nostalgia, pois nos anos de 1965,66 e 67 também trilhei nestes longos corredores. Saudosos momentos de minha infância que só se afloram quando voltamos ao local onde aprendi minhas primeiras letras, onde conheci minha primeira professora Hedis A Wiedecker. 

Ao ler as páginas desse livro lembrei-me das brincadeiras nas aulas de educação física como o mata-soldado, vôlei, andar nos brinquedos de ginástica, vivíamos com calos nas mãos.Os uniformes de educação física, o famoso calção preto, mais parecido com uma bombacha, os tênis (conguinhas) brancas e meias curtas, Os uniformes, diário eram um verde água com blusas brancas e meias curtas. O uniforme de gala era bordo, saia com pregas, blusa de mangas compridas e meias ¾ brancas com os sapatos vulcabrás, sempre limpinhos. O famoso “matinho” onde íamos fazer piquenique, levávamos o lanche enrolado em quardanapos de tecido e uma garrafinha com capilé. Também da gruta que nem lembrava mais. As filas sempre tinham que ser retinhas, cada uma ficava com a mão no ombro da frente e assim sucessivamente. Se não desse certo, do alto da escada a diretora dizia em tom bem alto “a fila tal” ficará até conseguir fazer uma fila certa, e assim às vezes nossa turma ficava, ao sol ou na chuva, até acertar. Mas são lembranças gostosas, de um passado muito distante. Nesse colégio já estudaram muitas gerações, minha sogra, minhas irmãs, eu, minha filha e quem sabe um dia meus netos. As escritoras deram um exemplar do livro "FORMANDAS 1959" para a entidade da ABLUDEF, do qual representei como assistente social da ONG.

2 comentários:

Maria Cecília Sada Amorim disse...

Dalva muito obrigada pela homenage. Ficou muito especial inclusive voce incluir suas recordacoes.Parabens.
Fico feliz que voce tambem retornou ao seu Colegio, estudou la tambem,pois a emocao e grande ao retornar nao e mesmo?
Quando a Irma Ana oferecou o Colegio fiquei encantada, todos gostariam de visita-lo.
Quando digo que foi uma noite especial que as autoridades da CULTURA ,EDUCACAO E HISTORIA esavam pesentes e a ralidade,pois voce representou mais duas importantes entidades que preciso registrar no livro.
Eu luto pela cidadania dos idosos dou palestras...
Dalva se voce precisar para estas entidades de um exemplar do nosso livro,darei com prazer.

Carinhosamente M. Cecilia

Cristina disse...

Bom dia, Sr. Adalberto e Sra. Dalva,

Obtive seu e-mail por meio da querida Maria Cecília (um e-mail enviado por ela).
Gostaria de elogiar o blog e agradecer pela menção ao meu nome como colaboradora do livro da Cecília.
O blog é um registro vivo da história de Blumenau, que não é minha terra natal, mas é a de meu marido, Roberto Belli, e familiares, por isso, respeito este chão e a ele sou grata por muitas conquistas pessoais.
Parabéns e um grande abraço,
Cristina Klein Belli

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